• 20 DEZ 19
    • 16
    O meu Natal. O seu Natal, O nosso Natal

    O meu Natal. O seu Natal, O nosso Natal

    Natal é uma época de alegria, mas vem se tornado cada vez mais uma época de exagero. Exagero de consumismo material, mercadológico, não exagero de amor, paz e esperança. Que situação triste!

    Quando eu era criança, aguardava ansiosamente essa época. Tudo era para o Natal, aguardava Papai Noel, mesmo sabendo que o bom velhinho era meus país e avós. Tinha esperança.

    Quando sabia que a família se reuniria, tinha aconchego e paz.
    Quando sabia que teria uma mesa para colocar, mesas a juntar, sabia que havia deliciosas. Iguarias e coisas que só
    tínhamos no Natal, refrigerantes, nozes, tâmaras , castanhas etc.;  havia fartura
    Quando escreviam  cartões, com letra caprichada e os mais sinceros desejos; havia amizade
    Quando me vestia com roupas novas, embora incômodas, eu tinha a segurança econômica de meus país e eu nem fazia conta.
    Quando havia uma casa para limpar, que eu não gostava  muito e um lar para enfeitar eu tinha conforto.
    Quando eu reclamava que chovia, eu tinha alguma certeza que passaria.
    Eu digo eu tinha, ainda tenho, ainda bem. Mas o sabor está diferente!
    Quando acumulamos experiência, o sabor do Natal muda. O eixo não é só você, mas o outro também.
    Quando eu tinha tudo isso, as pessoas tinham isso também?
    O Natal é uma revolução: para os cristãos é o próprio Deus que se fez humano, e então podemos entender ou traduzir por um amor tão grande, que se fez descer da posição de Deus para
    condição de ser humano.
    A revolução somos nós também quando descermos do nosso “mundinho” para condição humana, para o irmão, seja parecido ou diferente.
    Ter um Natal com sabor diferente A revolução dentro de si; revolução de criança, de Natal
    Feliz Natal amigos (a).
    “Que tal a verdadeira revolução pouco tivesse a ver com uma
    revanche, mas consistisse em cada um descobrir nele mesmo às condições de realizar quem ele é? Neste caso, de fato a desigualdade se torna apenas uma forma possível de diferença.”
    Contardo Calligaris . Um fim possível do ressentimento. Folha de São Paulo

    Leave a reply →
  • Posted by Eliane Lopes Sanches on 20 de dezembro de 2019, 21:14

    Meus natais passados foram de sonhos não realizados.
    Faltava iguarias e presente do Papai Noel.
    Haja. Vista que ganhei minha primeira boneca aos doze anos. Entrando na adolescência.
    Hoje tenho fartura mas os sonhos de natal não existem mais.
    Parabéns pelo texto

    Reply →
  • Posted by Eliane Lopes Sanches on 20 de dezembro de 2019, 21:14

    Meus natais passados foram de sonhos não realizados.
    Faltava iguarias e presente do Papai Noel.
    Haja. Vista que ganhei minha primeira boneca aos doze anos. Entrando na adolescência.
    Hoje tenho fartura mas os sonhos de natal não existem mais.
    Parabéns pelo texto

    Reply →
  • Posted by cecilia on 20 de dezembro de 2019, 21:18

    Natal!!
    Tempo de renovação, ou até mesmo revolução, como vc diz em seu texto!!
    Sim, nossos Natais, sempre foram recheados de pessoas, mesas, comidas, cartas, decoração, fartura!!
    Ainda os são!!
    Mesmo com o consumismo, e apesar de sabor diferente, o verdadeiro espírito do Natal continua em nossos corações.
    E vc, faz tudo ficar melhor com seus textos, ensinamento e tudo mais!!
    Que esse seja um ótimo Natal para todos!!
    Bjs

    Reply →
  • Posted by José Carlos on 20 de dezembro de 2019, 21:23

    Querida RE, conserve tais lembranças que foram escritas com.muits propriedade e publicada.
    Os valores que temos ainda dentro de nós e tais recordações nos trazem um certo consolo e também a obrigação de os passarmos adiante para que pleno menos aos poucos , esse mundo tao vazio e cruel vá se tornando melhor.
    Boas recordações e valores foram suficientes para muitas etnias chegarem ao século XXI ( apesar de tudo) com dignidade.Como diziam para frente e para o alto, porque para trás e para baixo o Mundo já está. Muito obrigado pelo envio Sempre Querida RE. Beijinhos.

    Reply →
  • Posted by José Carlos on 20 de dezembro de 2019, 21:23

    Querida RE, conserve tais lembranças que foram escritas com.muits propriedade e publicada.
    Os valores que temos ainda dentro de nós e tais recordações nos trazem um certo consolo e também a obrigação de os passarmos adiante para que pleno menos aos poucos , esse mundo tao vazio e cruel vá se tornando melhor.
    Boas recordações e valores foram suficientes para muitas etnias chegarem ao século XXI ( apesar de tudo) com dignidade.Como diziam para frente e para o alto, porque para trás e para baixo o Mundo já está. Muito obrigado pelo envio Sempre Querida RE. Beijinhos.

    Reply →

Leave a reply

Cancel reply