O sol sempre aparece

A noite pode ser escura, sem estrelas ou com o brilho da lua encoberto, mas sempre há a certeza que o dia vai clarear, mesmo com o sol encoberto de nuvens e aí está a magia. O dia sempre vem e com ele a certeza de que podemos começar algo novo ou recomeçar um projeto

Altos e baixos

Depois de quase dez anos do diagnóstico aprendi que a esclerose múltipla tem várias facetas. Tem dias que me sinto ótima, outros dias aparecem: as vertigens, os formigamentos, as dores de cabeça e nas pernas, impedindo que faça coisas comuns como ir ao banco, a fisioterapia, à escola, em fim coisas rotineiras. Acrescente a isso

Sozinho

Essa é uma constatação: sempre estamos sós. Não importa se moramos com familiares, marido, mulher, filhos. Quando colocamos a cabeça no travesseiro, quando nos recolhemos, estamos sós, com nossos pensamentos, planos, realizações, decepções, angústia e tudo o mais. Por isso façamos essa reflexão: o que nos resta quando estamos a sós? Creio que seja saborear

Respeito

No fim deste mês comemoramos o Dia Nacional de Conscientização da Esclerose Múltipla. Vale lembrar que apesar de alguns anos já comemorando a data, ainda temos muito a fazer, a lutar em busca de direitos, de reconhecimento e respeito. É fundamental termos respeito de toda a sociedade, governo e familiares. Essa patologia, como o próprio

Crescer!

Dia desses fiz uma reflexão: estou chorando menos… Por que será? Problemas existem sempre, mas aquilo que me desequilibrava facilmente, emocionalmente falando, agora não consegue mais. Não que eu tenha me tornado a mulher maravilha ou uma super heroína qualquer, o fato é que cresci, amadureci. O passar do tempo nos traz força e sabedoria,

Sonhos

Hoje não falarei de solidão, mas farei uma reflexão sobre enfrentamento, encarar a vida. Por mais duro que pareça é assim que estamos: sozinhos. Podemos estar rodeados de pessoas, no trabalho, na escola ou em casa, mas quando colocamos a cabeça no travesseiro, o que nos resta são os pensamentos, os sonhos. Estar sozinho, não

Sobre Viver

E depois? Depois do diagnóstico, depois da medicação, depois da internação… O que fazer depois disso? Essa é pergunta que não quer calar. Tenho pensado insistentemente nisso… Tenho escrito sobre isso sempre, mas é uma questão que está me incomodando… Há quase dez anos recebi o diagnóstico de Esclerose Múltipla. No início demorei a assimilar

Simplesmente Viver

O tema do Dia Mundial de Conscientização da Esclerose Múltipla é: “Simplesmente Viver”, porém não é tarefa fácil, para ninguém, não é privilégio das pessoas com esclerose múltipla. Há duas formas de se levar a vida: assistindo ou atuando. Você pode simplesmente parar, sentar e vê-la passar ou protagonizá-la. Atuar significa fazer, acontecer. É como

Sou Mãe

Há quase dez anos atrás quando recebi o diagnóstico de Esclerose Múltipla, a primeira pergunta que fiz ao médico foi: “posso ter filho?” e ele respondeu: “pode, só recomendo que não tenha mais do que seis, pois dá muito trabalho”. Quando recebi o diagnóstico não tinha filho, mas tinha muita vontade de ter, por isso

Resolver!

Muitas vezes sinto que ando para trás, como se fosse retrocedendo na minha jornada, na vida. Comecei a pensar o porquê disso e cheguei a uma conclusão: as coisas que vão e voltam, certamente, ainda não estão resolvidas, portanto, ainda não fazem parte do passado. Então o remédio é resolvê-las, mesmo não sendo tão fáceis.